terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dorian X Telas Raffo (Rose)

Nesta aula levei algumas telas do colega Constantino para dialogarem com o filme " O retrato de Dorian Gray".
Abaixo postarei as telas que levei e as fotos de alguns trabalhos dos estudantes:


















Os questionamento (Rose)


Na aula anterior pedi que a partir do filme e do que cada um percebe acerca da beleza 'globalizada', padrões de beleza e como ela é ou não 'cartão de visita' na sociedade, pedi que cada estudante criasse uma pergunta e depois as trocassem para responderem.
Postarei algumas das questões criadas e respondidas por eles:



"Porque as pessoas consideram a beleza essencial?"
"Para alcançar um padrão de beleza."


"O que você viu no filme de realidade e beleza?"
" Não há realidade no filme, pois ninguém vive para sempre."


" Você acha que vale a pena trocar uma vida de estudos, diversão e amor que te trará um bom futuro por uma vida fútil que no futuro será apenas solitária?"
" Não, prefiro ter o conhecimento que me dará um futuro melhor."



Você acha certo as pessoas quererem esconder sua velhice igual o que o filme retratou?"
" Não, a juventude também é o interior. De que adianta tanta beleza se for como Dorian, infeliz consigo mesmo."


" Você acha que hoje em dia vale tudo por beleza?"

" Para algumas pessoas sim, mas para mim não, pois beleza para mim é impossível, porque eu sou muito feio. Nem que eu tivesse todo o dinheiro do mundo eu seria bonito."


" Até que ponto a beleza é importante na sociedade?"
" até o ponto de começar a fazer mal a uma pessoa. Até o ponto que a beleza se torne a coisa mais importante."


" Quais os motivos que levam as pessoas a buscarem a perfeição, a qual é proposta pela sociedade?"
A sociedade capitalista quer vender seus produtos, e diz que as pessoas tinham que ser de tal modo."


" Qual a vantagem de ser bonito e jovem para sempre?
" Para sempre não há vantagem, talvez por um tempo, mas com o passar dos tempos, amigos e familiares irão morrer, restando somente a saudade e lembranças."


" A busca do personagem pela beleza eterna é um sintoma de loucura? Por que?"
" Sim, porque temos um ciclo de vida, ninguém pode ser bonito a vida toda. A beleza é uma questão bem complexa, depende o que é ser bonito para cada pessoa."


" No filme ' O retrato de Dorian Gray' ele vende a própria alma por beleza eterna, qual a relação do filme com a indústria da beleza atual?
" As pessoas cada vez mais tentam modificar a si mesmas para alcançar um padrão de beleza  Dorian almejava pela beleza eterna o que reflete na sociedade atual."



Aí estão alguns dos questionamentos feitos pelos estudantes.



Abraços, Rose.

Jean Oliver - Um novo momento


Após a leitura e uma pequena conversa sobre um texto (Revista VIDA SIMPLES – outubro de 2012) que falava sobre alguns artistas que estavam com trabalhos em exposição na 30ª Bienal e São Paulo, foi decido que trabalharíamos sobre o Bispo do Rosário, o que foi muito curioso e diversificado. Assistimos dois pequenos vídeos sobre o artista e depois conversamos sobre sua temática e tipo de trabalho.

 

 

 

A turma levantou questões sobre sua saúde mental, sobre os material empregados nas obras, a questão de ouvir vozes, mas mensagens deixadas pelo artistas, entre outras colocações que foram construindo este momento.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Relato 14 - Luciana (Coronel Pilar)

A aula de hoje foi a continuação da semana passada. Os estudantes que ainda não haviam terminado seus álbuns, os completaram nesta aula. Alguns alunos já haviam terminado, então, para estes, propus o jogo "imagem e ação". Os dividi em dois grupos para jogar, e quando os outros iam terminando o trabalho, iam se juntando aos grupos. Tudo isso no primeiro período. Foi divertido.
No segundo período, fizemos um círculo para a leitura dos álbuns. Eles tiveram a oportunidade de conhecer os trabalhos de toda a turma e comentá-los. Foi neste momento que encaminhei dois alunos para o SOE. Desde o início das aulas João Marcelo tenta chamar a atenção sempre, fica interrompendo as minhas explicações para delatar os colegas por bobagens (por exemplo: ele pegou minha caneta, sentou do meu lado, ele VAI me incomodar, etc.). Este aluno tem problemas de relacionamentos com o colega Bernardo, e não parou de me chamar para falar cada movimento deste na sala. Até que ele interrompeu uma explicação minha para a turma (que ficou no vácuo). Parei tudo para ver o que havia ocorrido com o João, pois ele soltou um sonoro "Professora, vem ver o que o Bernardo me fez!". Pelo tom de urgência, achei que tinha acontecido algo grave, um xingamento ou agressão física. O que ocorreu, na verdade, foi que o Bernardo juntou do chão uma foto que o Cristian tinha recortado de uma revista (para colar no álbum) e a entregou para o João. Fiquei sem paciência neste momento, pois me cansou ser tão interrompida por este aluno. Pedi para o representante da turma acompanhar ele e o Bernardo para o SOE. Mandei o Bernardo junto para que ele explicasse o que havia acontecido, já que, imparcialidade, não faz parte da personalidade do João. Avisei a Maria Tereza da minha atitude, e no final da aula fomos no SOE para conversar com as professoras. Fui explicar que o Bernardo não havia se comportado mal, apenas fez parte da história, por isso pedi que ele acompanhasse o colega para lá. Me senti na responsabilidade de fazer isso, pois quando os alunos retornaram do SOE, Bernardo tremia muito de nervoso. Arf, ele é agitado mesmo, mas é o meu melhor aluno, não quis que ele se sentisse inseguro na minha aula. Conversei com ele e com o João depois que retornaram. João, como sempre, não aceita ser chamado na razão, e sente-se vítima de TUDO.

Aqui estão as fotos que prometi dos álbuns:














A imagem na capa deste álbum é o que resultou nos dois alunos no SOE:


E aqui é um retrato meu na aula, desenhado pelo Bernardo:


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mauricio - 23º aula - T:82 - Érico Veríssimo (23/11/2012)

Pensamentos destacados sobre "as melhores coisas do mundo", partimos no 3º período para slaa de video e questões de ativo ou passivo, que msomos no ambiente escolar?
Video osbre exposição dos Os Gemeos - grafiteiros, expondo o seu mundo e quais suas influências e como as pessoas que visitam a exposição te ma dizer sobre a mesma, de como elas interpretaram as obras e a exposição como um todo.
Logo após tratamos sobre as intervenções e como elas talevz poderiam influênciar um outro olhar sobre a escola e dos espaços ocupados pelos estudantes. Por fim apresentei o video Aquibateumcoração Santa Maria e comentamos sobre o projeto que circula na web e qual a motivação que nos levou a realizar a intervenção na cidade.
Enfim... mais duas ou 3 semanas e fim de ano.
Aprendizado a cada momento e que certamente levarei para a vida.
Como diria uma professora da disciplina POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO NA EDUCAÇÃO
BÁSICA... "antigamente se aprendia para a vida na escola" haha crei oque ainda se aprende, basta estar disposto a ser mais ativo e menos passivo. =)

deixo o link para visualização do video de inetrvenção, Aquibateumcoração Santa Maria.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Relato 6 - Luciana (Padre Caetano)

Na aula de hoje iniciei os projetos de desenho com a turma. Muitos não sabiam o que fazer, e estenderam a aula, que continuaremos na próxima semana. A maioria deixou o desenho em P&B, mas na aula seguinte irão aplicar a cor, que servirá de guia para a compra de tinta.






Relato - (21/11/12) Coronel Pilar

Como mencionei em aula, o blogger é uma ferramenta que ainda estou me adaptando. Semana passada na aula do dia 14, dei sequência  ao plano que havia iniciado antes de viajar, sendo como um fechamento a respeito das questões grafite/pichação, já havíamos conversado muito sobre essas linguagens e combinei que exploraríamos a técnica do estêncil. Havia planejado que na primeira aula confeccionaríamos os estêncil e na segunda seria aplicado em um trabalho de três grupos, não sendo possível que isso ocorresse, acabou sendo ocupada as duas aulas na confecção.
Hoje à tarde (21/11), continuamos a proposta, logo fomos para o saguão e espalhamos os papeis pardo, com auxílio da Maria Tereza, distribuindo os estêncil de cada um, procurei separar alguns alunos, deixando-os em grupos separados para ver se assim trabalhariam, como esperado foi isso exatamente que aconteceu, proporcionou-me por, posso dizer 15, 20 min, a satisfação de ver TODA turma trabalhando, envolvida na proposta, mas como tudo que é bom dura pouco, finalizando a atividade ocorreu transtornos quando solicitava que fulano ou ciclana recolha o material, limpe os pinceis, etc... ouvi frases do tipo: nem minha mãe me manda, quem você pensa que é. Complementando um pouco o que a Ana já colocou, mas com aspectos das minhas vivencias, me desculpem o problema é o estagiário? ou o fato de que passamos alguns anos vendo, estudando, tomando conhecimento de experiências maravilhosas que quando chegamos frente aluno, em sala de aula tudo isso parece ser uma utopia?